sábado, 5 de janeiro de 2013

O Deputado Federal Geraldo Simões visita o PT de Una e a Prefeita Diane Rusciolelli

Una, 05 de Janeiro de 2013
Postagem e Fotos retirados do Blog Atitude em Una

Ontem pela manhã o Deputado Federal Geraldo Simões (PT) visitou os companheiros do PT de Una, o Deputado acompanhado das diretoras da Direc 07 e Direc 06, Rita Dantas e Ana Maria, respectivamente,  veio colocar a disposição do partido e da cidade de Una o seu mandato para discutirmos a elaboração de políticas públicas para beneficiar a nossa população.
O Deputado Geraldo, também conversou com os dois vereadores eleitos do PT de Una, e fez questão de parabenizar a condução e o resultado das eleições de outubro passado. Segundo Geraldo, Una entrará em um novo patamar de desenvolvimento, e o PT irá fazer parte da construção desse projeto.

Geraldo frisou a importância da Educação e Agricultura em nosso município, dando uma excelente dica de como a nova prefeita poderá se beneficiar com a parceria com a CEPLAC.

Participaram da reunião com o Deputado, os companheiros Alexandre Magno Rusciolelli, Taleyrand Santos, Mateus Lisboa, Helvécio Rufino, Darci Cabral, Gilvan Reis, Samarone, Di Rusciolelli, Andréia Alves, Lucílio Diogo, Vera Lúcia, e os companheiros Nildo Som vice prefeito, o vereador Jorge, o vereador Matcha e o Secretário de Educação de Una Gilberto Lisboa.

O Deputado Federal Geraldo Simões em reunião com seus companheiros de Una

Os companheiros do PT de Una Alexandre Magno Rusciolelli, o vice prefeito de Una Nildo Som e o Deputado Federal Geral Simões, em ligação com os assessores do Governador para se informar mais da disputa de Terra entre Una e Santa Luzia

Após o encontro no sindicato dos professores, o Deputado a convite do nosso vice Nildo Som e do nosso Secretário de Educação foi levado até a sede da Prefeitura, para ver em atividade a Prefeita Diane.
A prefeita Diane falou um pouco das primeiras dificuldades encontradas a frente do cargo, deixadas pelo ex gestor, que abandonou a cidade, dias antes da entrega de cargo e saiu sem pagar os funcionários, deixando as contas zeradas.

Geraldo Simões também tomou conhecimento sobre a questão da disputa territorial entre Santa Luzia e Una, através dos relatórios que o nosso Vice Prefeito Nildo Som está involucrado, a cargo da prefeita Diane, para resolver. O Deputado garantiu o apoio nesse problema e conseguiu fazer várias ligações para se informar mais sobre o caso. Na saída da prefeitura, Geraldo assinou o abaixo-assinado que será entregue ao governador e a quem se fizer de direito, para cobrarmos a reintegração de nossas terras.


A caminho da Prefeitura


A prefeita de Una Diane Rusciolelli, o Deputado Geraldo, o vice de Una Nildo Som e a diretora da DIREC 06 Ana Maria


Nesse momento Diane explicava alguns problemas para o Deputado e agradeceu a vista do mesmo
O vice prefeito Nildo Som, a prefeita Diane Rusciolelli e o Deputado Geraldo Simões

O vice prefeito Nildo Som, o vereador Matcha-Matcha, a prefeita Diane Rusciolelli, o Deputado Geraldo Simões e o vereador Professor Jorge - O deputado explicou aos mandatários a importância de seu mandato na contribuição da nova gestão


Geraldo Simões assinando o abaixo-assinado, o amigo Robson e o Secretário de Educação de Una Gilberto Lisboa acompanhado de perto

O vice prefeito Nildo Som, o Secretário de Educação Gilberto Lisboa, o Deputado Federal Geraldo Simões e  o secretário do PT de Una Di Rusciolelli

Retrospectiva 2012 do Mandato da Presidente Dilma, que terminou o ano com 78% de aprovação






Programas para a erradicação da miséria no Brasil e a elevação do país como referência no investimento para educação e esportes marcaram o ano de 2012 da presidenta Dilma Rousseff à frente do Planalto. Confira uma breve retrospectiva com as principais ações e conquistas realizadas ao longo do ano



  • Brasil sem Miséria

    Retirou 16,4 milhões de brasileiros da pobreza extrema
  •  Lançamento do Brasil Carinhoso

    Somente em outubro, foram repassados R$ 186,3 milhões a 2,16 milhões de famílias, beneficiando quase 3 milhões de crianças de 0 a 6 anos
  •  9 anos de Bolsa Família

    Foram transferidos R$ 17,3 bilhões aos beneficiários do Bolsa Família. Mais de 50 milhões de pessoas foram beneficiadas em 9 anos a um custo de 0,46% do PIB brasileiro. 

    Em 2012, 96,7% das 15,1 milhões de crianças e jovens beneficiários do Bolsa Família superaram a frequência escolar exigida pelo programa (agosto/setembro)
  •  Aumento dos empregos no país

    Até outubro, foram criados 1,7 milhões de postos de trabalho. Somente no governo da presidenta Dilma Rousseff (desde 2010) já foram criados 4 milhões de novos postos. O Brasil registra atualmente o menor nível de desemprego da história
  •  Saúde

    Foram realizados mais de 12,3 mil transplantes no SUS, aumento de 12,7% em relação a 2011. Também, aumentou 22% a quantidade de doadores de órgãos
  •  Minha Casa, Minha Vida

    Mais de 970 mil moradias entregues em 2012
  •  Crédito em expansão

    Nos últimos 12 meses, a taxa média de juros caiu 10,2%
  •  Redução da tarifa de energia

    Consumidores passam a pagar contas de luz 16,2% mais baratas. Para as indústrias, a tarifa vai variar de 12% a 28%, dependendo da tensão elétrica utilizada. A média deve ficar em 20% de redução.
  • Ampliação do Pronatec

    O Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico e Emprego já ofereceu 2,5 milhões de vagas para jovens e trabalhadores em cursos profissionalizantes
  •  Cientistas para o mundo

    Mais de 20 mil estudantes foram beneficiados em 2012 com bolsas de estudos do programa Ciência sem Fronteiras
  •  Mais Educação

    Crescimento de 127% no número de escolas do ensino fundamental que aderiram ao programa Mais Educação, oferecendo atividades educacionais no contraturno
  •  Meio ambiente

    O desmatamento da Amazônia continua em queda: 27% menor em comparação com o ano anterior
  •  Modernizações dos aeroportos

    Estão em andamento 31 ações em 13 aeroportos: Brasília, Belo horizonte, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Salvador, Guarulhos/SP, São Gonçalo do Amarante/RN e Galeão/Rj. Os investimentos já somam R$ 7,35 bilhões.
  •  Infraestrutura

    38,5% das obras e ações de grande complexidade do PAC2 foram concluídas, um investimento de R$ 272,7 bilhões executados em 2011 e 2012
  •  Copa do Mundo

    Dois novos estádios foram inaugurados em 2012 e outros quatro serão entregues em 2013
  •  Lançamento do Plano Brasil Medalhas 2016

    Apoio aos 200 atletas olímpicos e paraolímpicos brasileiros classificados entre os 20 melhores do mundo em suas modalidades, para preparação dos jogos olímpicos do Rio em 2016


  • quinta-feira, 15 de novembro de 2012

    Nota do PT sobre a Ação Penal 470‏.

    Leia o documento aprovado nesta quarta-feira durante reunião da Comissão Executiva Nacional do PT, em São Paulo


    Rui Falcão (D), presidente nacional do PT,junto com o secretário de Comunicação, André Vargas (PT-PR) - Foto: Luciana Santos/PTO


    PT, amparado no princípio da liberdade de expressão, critica e torna pública sua discordância da decisão do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da Ação Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.
     
     
    1. O STF não garantiu o amplo direito de defesa
     
     
    O STF negou aos réus que não tinham direito ao foro especial a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores da Justiça. Suprimiu-lhes, portanto, a plenitude do direito de defesa, que é um direito fundamental da cidadania internacionalmente consagrado.
     
    A Constituição estabelece, no artigo 102, que apenas o presidente, o vice-presidente da República, os membros do Congresso Nacional, os próprios ministros do STF e o Procurador Geral da República podem ser processados e julgados exclusivamente pela Suprema Corte. E, também, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os comandantes das três Armas, os membros dos Tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática em caráter permanente.
     
    Foi por esta razão que o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, logo no início do julgamento, pediu o desmembramento do processo. O que foi negado pelo STF, muito embora tenha decidido em sentido contrário no caso do “mensalão do PSDB” de Minas Gerais.
     
    Ou seja: dois pesos, duas medidas; situações idênticas tratadas desigualmente.
     
     
    Vale lembrar, finalmente, que em quatro ocasiões recentes, o STF votou pelo desmembramento de processos, para que pessoas sem foro privilegiado fossem julgadas pela primeira instância – todas elas posteriores à decisão de julgar a Ação Penal 470 de uma só vez.
     
    Por isso mesmo, o PT considera legítimo e coerente, do ponto de vista legal, que os réus agora condenados pelo STF recorram a todos os meios jurídicos para se defenderem.
     
     
    2. O STF deu valor de prova a indícios
     
     
    Parte do STF decidiu pelas condenações, mesmo não havendo provas no processo. O julgamento não foi isento, de acordo com os autos e à luz das provas. Ao contrário, foi influenciado por um discurso paralelo e desenvolveu-se de forma “pouco ortodoxa” (segundo as palavras de um ministro do STF). Houve flexibilização do uso de provas, transferência do ônus da prova aos réus, presunções, ilações, deduções, inferências e a transformação de indícios em provas.
     
    À falta de elementos objetivos na denúncia, deducões, ilações e conjecturas preencheram as lacunas probatórias – fato grave sobretudo quando se trata de ação penal, que pode condenar pessoas à privação de liberdade. Como se sabe, indícios apontam simplesmente possibilidades, nunca certezas capazes de fundamentar o livre convencimento motivado do julgador. Indícios nada mais são que sugestões, nunca evidências ou provas cabais.
     
    Cabe à acusação apresentar, para se desincumbir de seu ônus processual, provas do que alega e, assim, obter a condenação de quem quer que seja. No caso em questão, imputou-se aos réus a obrigação de provar sua inocência ou comprovar álibis em sua defesa—papel que competiria ao acusador. A Suprema Corte inverteu, portanto, o ônus da prova.
     
     
    3. O domínio funcional do fato não dispensa provas
     
     
    O STF deu estatuto legal a uma teoria nascida na Alemanha nazista, em 1939, atualizada em 1963 em plena Guerra Fria e considerada superada por diversos juristas. Segundo esta doutrina, considera-se autor não apenas quem executa um crime, mas quem tem ou poderia ter, devido a sua função, capacidade de decisão sobre sua realização. Isto é, a improbabilidade de desconhecimento do crime seria suficiente para a condenação.
     
    Ao lançarem mão da teoria do domínio funcional do fato, os ministros inferiram que o ex-ministro José Dirceu, pela posição de influência que ocupava, poderia ser condenado, mesmo sem provarem que participou diretamente dos fatos apontados como crimes. Ou que, tendo conhecimento deles, não agiu (ou omitiu-se) para evitar que se consumassem. Expressão-síntese da doutrina foi verbalizada pelo presidente do STF, quando indagou não se o réu tinha conhecimento dos fatos, mas se o réu “tinha como não saber”...
     
    Ao admitir o ato de ofício presumido e adotar a teoria do direito do fato como responsabilidade objetiva, o STF cria um precedente perigoso: o de alguém ser condenado pelo que é, e não pelo que teria feito.
     
    Trata-se de uma interpretação da lei moldada unicamente para atender a conveniência de condenar pessoas específicas e, indiretamente, atingir o partido a que estão vinculadas.
     
     
    4. O risco da insegurança jurídica
     
     
    As decisões do STF, em muitos pontos, prenunciam o fim do garantismo, o rebaixamento do direito de defesa, do avanço da noção de presunção de culpa em vez de inocência. E, ao inovar que a lavagem de dinheiro independe de crime antecedente, bem como ao concluir que houve compra de votos de parlamentares, o STF instaurou um clima de insegurança jurídica no País.
     
    Pairam dúvidas se o novo paradigma se repetirá em outros julgamentos, ou, ainda, se os juízes de primeira instância e os tribunais seguirão a mesma trilha da Suprema Corte.
     
    Doravante, juízes inescrupulosos, ou vinculados a interesses de qualquer espécie nas comarcas em que atuam poderão valer-se de provas indiciárias ou da teoria do domínio do fato para condenar desafetos ou inimigos políticos de caciques partidários locais.
     
    Quanto à suposta compra de votos, cuja mácula comprometeria até mesmo emendas constitucionais, como as das reformas tributária e previdenciária, já estão em andamento ações diretas de inconstitucionalidade, movidas por sindicatos e pessoas físicas, com o intuito de fulminar as ditas mudanças na Carta Magna.
     
    Ao instaurar-se a insegurança jurídica, não perdem apenas os que foram injustiçados no curso da Ação Penal 470. Perde a sociedade, que fica exposta a casuísmos e decisões de ocasião. Perde, enfim, o próprio Estado Democrático de Direito.
     
     
    5. O STF fez um julgamento político
     
     
    Sob intensa pressão da mídia conservadora—cujos veículos cumprem um papel de oposição ao governo e propagam a repulsa de uma certa elite ao PT - ministros do STF confirmaram condenações anunciadas, anteciparam votos à imprensa, pronunciaram-se fora dos autos e, por fim, imiscuiram-se em áreas reservadas ao Legislativo e ao Executivo, ferindo assim a independência entre os poderes.
     
    Único dos poderes da República cujos integrantes independem do voto popular e detêm mandato vitalício até completarem 70 anos, o Supremo Tribunal Federal - assim como os demais poderes e todos os tribunais daqui e do exterior - faz política. E o fez, claramente, ao julgar a Ação Penal 470.
     
    Fez política ao definir o calendário convenientemente coincidente com as eleições. Fez política ao recusar o desmembramento da ação e ao escolher a teoria do domínio do fato para compensar a escassez de provas.
     
    Contrariamente a sua natureza, de corte constitucional contra-majoritária, o STF, ao deixar-se contaminar pela pressão de certos meios de comunicação e sem distanciar-se do processo político eleitoral, não assegurou-se a necessária isenção que deveria pautar seus julgamentos.
     
    No STF, venceram as posições políticas ideológicas, muito bem representadas pela mídia conservadora neste episódio: a maioria dos ministros transformou delitos eleitorais em delitos de Estado (desvio de dinheiro público e compra de votos).
     
    Embora realizado nos marcos do Estado Democrático de Direito sob o qual vivemos, o julgamento, nitidamente político, desrespeitou garantias constitucionais para retratar processos de corrupção à revelia de provas, condenar os réus e tentar criminalizar o PT. Assim orientado, o julgamento convergiu para produzir dois resultados: condenar os réus, em vários casos sem que houvesse provas nos autos, mas, principalmente, condenar alguns pela “compra de votos” para, desta forma, tentar criminalizar o PT.
     
    Dezenas de testemunhas juramentadas acabaram simplesmente desprezadas. Inúmeras contraprovas não foram sequer objeto de análise. E inúmeras jurisprudências terminaram alteradas para servir aos objetivos da condenação.
     
    Alguns ministros procuraram adequar a realidade à denúncia do Procurador Geral, supostamente por ouvir o chamado clamor da opinião pública, muito embora ele só se fizesse presente na mídia de direita, menos preocupada com a moralidade pública do que em tentar manchar a imagem histórica do governo Lula, como se quisesse matá-lo politicamente. O procurador não escondeu seu viés de parcialidade ao afirmar que seria positivo se o julgamento interferisse no resultado das eleições.
     
    A luta pela Justiça continua
     
     
    O PT envidará todos os esforços para que a partidarização do Judiciário, evidente no julgamento da Ação Penal 470, seja contida. Erros e ilegalidades que tenham sido cometidos por filiados do partido no âmbito de um sistema eleitoral inconsistente - que o PT luta para transformar através do projeto de reforma política em tramitação no Congresso Nacional - não justificam que o poder político da toga suplante a força da lei e dos poderes que emanam do povo.
     
    Na trajetória do PT, que nasceu lutando pela democracia no Brasil, muitos foram os obstáculos que tivemos de transpor até nos convertermos no partido de maior preferência dos brasileiros. No partido que elegeu um operário duas vezes presidente da República e a primeira mulher como suprema mandatária. Ambos, Lula e Dilma, gozam de ampla aprovação em todos os setores da sociedade, pelas profundas transformações que têm promovido, principalmente nas condições de vida dos mais pobres.
     
    A despeito das campanhas de ódio e preconceito, Lula e Dilma elevaram o Brasil a um novo estágio: 28 milhões de pessoas deixaram a miséria extrema e 40 milhões ascenderam socialmente.
     
    Abriram-se novas oportunidades para todos, o Brasil tornou-se a 6 economia do mundo e é respeitado internacionalmente, nada mais devendo a ninguém.
     
     
    Tanto quanto fizemos antes do início do julgamento, o PT reafirma sua convicção de que não houve compra de votos no Congresso Nacional, nem tampouco o pagamento de mesada a parlamentares. Reafirmamos, também, que não houve, da parte de petistas denunciados, utilização de recursos públicos, nem apropriação privada e pessoal.
     
    Ao mesmo tempo, reiteramos as resoluções de nosso Congresso Nacional, acerca de erros políticos cometidos coletiva ou individualmente.
     
     
    É com esta postura equilibrada e serena que o PT não se deixa intimidar pelos que clamam pelo linchamento moral de companheiros injustamente condenados. Nosso partido terá forças para vencer mais este desafio. Continuaremos a lutar por uma profunda reforma do sistema político - o que inclui o financiamento público das campanhas eleitorais - e pela maior democratização do Estado, o que envolve constante disputa popular contra arbitrariedades como as perpetradas no julgamento da Ação Penal 470, em relação às quais não pouparemos esforços para que sejam revistas e corrigidas.
     
    Conclamamos nossa militância a mobilizar-se em defesa do PT e de nossas bandeiras; a tornar o partido cada vez mais democrático e vinculado às lutas sociais. Um partido cada vez mais comprometido com as transformações em favor da igualdade e da liberdade.
     
     
    São Paulo, 14 de novembro de 2012.
     
     
    Comissão Executiva Nacional do PT.

    terça-feira, 13 de novembro de 2012

    Afinal, de que Progresso estamos falando?


    Postagem sugerida pelo Professor e companheiro Alexandre Rusciolelli
    Texto produzido por: Eduardo A. Estevam – Doutorando em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, professor licenciado da rede municipal de ensino de Itabuna.


    A história recente do sul da Bahia vem apresentando alguns dilemas no campo político e econômico (Porto Sul, demarcação de terras, entre outras querelas) passível de interpretação de historiadores. A principal tônica dos discursos políticos e empresarias, assim como do cidadão comum, situa-se na superação do atual estado das condições econômicas e sociais, para tanto somente a figura teleológica do Progresso poderá redimir esses sujeitos do estado em que se encontram. Problemas sociais de uma coletividade são complexos e jamais serão “resolvidos” apenas com planejamento. Hoje em dia a concepção de Progresso do discurso liberal e empreendedor é endossado acriticamente até mesmo pelos partidos de esquerda. 

    O mito do progresso se apoia numa concepção de tempo historicista, um tempo cronológico e linear, um tempo único e homogêneo para todas as formas de organizações sócio-econômicas. Desta forma despreza-se ou silencia-se a respeito das mais variadas experiências históricas concretas de atividades econômicas e que, por vezes, os valores morais prepondera sobre as formas monetárias de produção e circulação de bens e serviços. Não podemos conceber que pequenos produtores rurais (agricultura familiar), comunidades quilombolas e indígenas tenham vivenciado o mesmo ritmo ou concepção de progresso presente no ideário hegemônico capitalista burguês. As diferenças fundamentais não residem no quanto determinada comunidade ou setor produz e gera empregos, mas sim em seus modos de vida, valores e concepções de trabalho. Daí falarmos em temporalidades, em diferentes formas de organização e produção social, em múltiplas formas de desenvolvimento. Esses grupos sociais numa sociedade marcada pelo conflito agrário, luta de classes e relações de poder, vivem em meio a temporalidades disjuntivas. 

    O capitalismo progressista sempre procurou aniquilar as diferenças, destruir as identidades econômicas locais, interconectando espaços e homogeneizando a produção para acumulação de capital. A máxima “tempo é dinheiro” marca o triunfo do discurso capitalista sobre as diferentes concepções temporais de desenvolvimento. É inconcebível para os homens de negócios do capital pensar que para algumas comunidades rurais as plantas e os animais pertencem ao universo socioeconômico e estão submetidos à mesma regra que os humanos. Os desastres ambientais têm demonstrado por demais que não há um mundo separado de nós. 

    Repensar por meio de novas formas de linguagem de desenvolvimento sem subordinar e hierarquizar as experiências singulares de produção e desenvolvimento é uma tarefa primária da agenda política que visa à transformação social. Os lugares  estão historicamente numa relação dialética e interdependente com a economia global, mas não podem ser sucumbidas por meio de discursos de que são “tradicionalistas” ou que não possuem “tecnologias adequadas”. Os territórios, os lugares, não são meros receptores passivos de políticas verticais, apesar de não possuírem força política efetiva, apresentam-se como “modelos” alternativos de vida e sociedade, não marcados pela c

    sexta-feira, 9 de novembro de 2012

    O PT de Una parabeniza o companheiro e Professor Gilberto Lisboa pela aprovação no exame da OAB


    É com muito orgulho e satisfação que nós do Partido dos Trabalhadores prestamos essa homenagem ao nosso companheiro de lutas de sempre e para todas as horas, o amigo Professor Gilberto, agora também o Advogado de fato, Doutor Gilberto Lisboa. Nosso companheiro conseguiu hoje o resultado do seu exame na prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e agora agrega ainda mais competência ao seu currículo.

    O sucesso lhe é merecido professor, afinal não foi do dia para noite que o senhor conseguiu essa vitória, seu choro hoje foi a recompensa de muito trabalho e dedicação que o senhor teve durante esse tempo que o senhor se preparou e estudou bastante para conseguir alcançar seus objetivos. 


    O Professor Gilberto (em pé brindando uma platéia com sua fala repleta de conhecimento), sentado ao lado direito dele o também companheiro e atual vice-prefeito eleito de Una, Nildo Som. Os dois estavam participando de um encontro com alguns comerciantes, evento esse de campanha em setembro.

    O Professor Gilberto Lisboa, um homem íntegro, de humildade e inteligência ímpar merece toda a nossa consideração e com certeza mereceu e muito essa felicidade, hoje foi um dia muito especial para o professor, sua família e todos os amigos, que o encheram de carinho e alegria ao cumprimentá-lo e felicitá-lo por mais essa conquista.

    Parabéns Professor Gilberto Lisboa. Parabéns companheiro.



    sábado, 3 de novembro de 2012

    Eleições 2012: PT conquista 635 prefeituras em todo o País


    Partido aumentou 14% o número de cidades governadas em relação à eleição de 2008

    A Secretaria Nacional de Organização divulgou o balanço dos resultados do PT nas eleições municipais de 2012.

    O PT conquistou 635 prefeituras nos dois turnos da votação e manteve o seu crescimento constante. De acordo com o levantamento, em comparação às eleições de 2008 o Partido ampliou em 14%  o número de prefeituras.


    O PT recebeu 17.264.643 votos para prefeito, que é a maior votação de um partido nas eleições deste ano.

    Entre as cidades com mais de 150 mil eleitores, o PT venceu em 21 cidades, sendo quatro capitais (São Paulo, Goiânia, João Pessoa e Rio Branco). Nestas 21 cidades estão hoje 16,1 milhões de eleitores.

    De acordo com a SORG, o Partido manteve a sua força nos grandes centros e aumenta a sua capacidade ao eleger mais prefeitos e prefeitas nos pequenos e médios municípios. Foram eleitos 264 prefeituras em cidades de 10 a 50 mil eleitores e 298 em cidades de até 10 mil eleitores.

    Vejam abaixo as fotos com o Resumo total do PT a nível nacional após as eleições 2012: